Gosto de bússulas, mapas e estrelas, mesmo sem saber onde me levam, olho para as direcções e sei que seja qual for o Norte o magnetismo porque me guio sempre é o do interior.
A minha Rosa dos ventos tem pétalas de mim e cresce da mesma terra que eu.
À medida que cresce as folhas abrem e seguem a espiral infinita da sua viagem.
17 Dezembro 2007:
a Rosa dos Ventos,



que surpresa, voltei a encontrar a cadelinha fofinha, minha amiga da praia, entrou num video meu (”Se eu não soubesse… morria“), eu filmava e ela aparecia diante da câmara sempre em planos muito bem apanhados; ela vive na praia, há um senhor que assobia e lhe dá comida, a ela e aos outros cães da praia, tem coleira, o pelo macio e é muito meiga, é a cadelinha fofinha.

cadelinha fofinha
como é que a folha do Jacarandá veio ter à praia?

27 Novembro 2007:

eu e a prosa dos tempos

